Quando escrevo, não escrevo na intenção de ser perfeita, ou de parecer uma pessoa assim. Quando escrevo, não me preocupo em ser especialista na língua portuguesa, não procuro dar sentido ao que sinto. Apenas saio escrevendo. E escrevo, não só porque minha terapeuta disse que é bom, mas porque acho ótimo. Se as coisas tem sentido? Não sei!
Não páro para pensar sobre o que escrever, o que deixar fluir. Apenas sinto e escrevo. É fácil e todos deveriam fazer o mesmo.
Experimente colocar uma música que esteja de acordo com seu astral do dia e deixe fluir. Analise o resultado ao terminar e reanalise depois de alguns dias. As formas mudam, as palavras se perdem em vários sentidos... É mágico!
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