Eu juro que vou fingir não entender essa sua aproximação tão repentina. Fingirei saber esconder o descontentamento das suas atitudes. Juro fingir não saber suas intenções e nem a intensidade dessa tal dor que diz que sentes. Eu juro por mim, que não vou tentar adivinhar suas próximas palavras, nem suas egoístas atitudes.
Por mais que minha cabeça rode e gire em torno desse assunto, juro não me preocupar e nem decifrar seu momento. Juro não querer entender seu silêncio de meses e juro fingir não saber que você esperava minha ligação, ou quem sabe apenas uma mensagem de texto, um e-mail, sei lá.
Juro não voltar a ouvir as músicas que um dia foram nossas. Juro não olhar nossas fotos que estão guardadas em uma caixa ao lado da minha cama.
Juro tentar não sentir raiva e nem ódio dessa sua inusitada atitude.
Juro não me perguntar o por quê disso agora.
Eu juro não jurar mais nada.
Juro apenas esperar ver as cenas desse circo todo, desse movimento irresponsável que estás tomando.
Eu juro, sem ao menos saber o que significa, de fato, a palavra jurar.
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