quinta-feira, 30 de junho de 2016

Sempre foi assim

E sempre foi assim, na base da porrada, na base do susto e das dores de estômago. Nunca veio fácil mas ir sempre será. A chegada dificultosa e a partida num piscar de olhos, a esperança nem tem tempo para criar raízes, que sorte a dela.
Suspiros diários que nunca são de alívio, estou sempre na espreita e sempre pra baixo.
Saudade.
A cabeça hoje tá puxada, nada nem ninguém vai conseguir dar uma freada.
O sono parece que não vai vencer e a dor da preocupação lateja e pulula aqui dentro.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Perdendo a fome

Eu ando perdendo a fome, ando perdendo facilmente a vontade de comer. Se como, me vejo cheia e a mesma coisa tem acontecido quando como ouço coisas demais. A cabeça tem limite, respeite. Há uma linha tênue que nos faz perder a linha, que nos faz esculachar a porra toda, que nos faz perder a fome.
D i a r i a m e n t e perco a fome. Largo ela por ai, a perco de vista, me enjôo e não quero que ela me ache.
Ando perdendo a fome quando me fazem ser quem não sou. Perco a fome ao fazer e falar coisas que não me apetecem.
A fome que falo é a vontade de comer, vontade de ouvir, vontade de falar. A fome vai e me sinto cheia, estufada, é incrível.
Será que vai ser sempre assim?
Uma hora ou outra vou precisar comer.
Falar.
Ouvir.
Amar.
Aceitar.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Muito tempo...

Muito tempo desde a última postagem. Muita coisa aconteceu, muita coisa mudou, muitos sorrisos e muitas lágrimas. Finalizei meu ano de 2015 com algumas pendências com a vida e com metas para 2016. O mundo não está fácil, mas ele nunca foi, pelo menos pra mim.
Depois eu volto
Beijos