Eu sabia
Que você um dia
Me procuraria
Em busca de paz
Muito remorso, muita saudade
Mas afinal o que é que lhe traz?
A mulher quando é moça e bonita
Nunca acredita poder tropeçar.
Quando os espelhos, lhe dão conselhos
É que procuram em quem se agarrar
E você pra mim foi uma delas
Que no tempo em que eram belas viam tudo diferente do que é
Agora que não mais encanta, procura imitar a planta
As plantas que morrem de pé
E eu lhe agradeço por de mim ter se lembrado
Dentre tanto desgraçado que em sua vida passou
Homem que é homem faz qual o cedro que perfuma o machado que o derrubou
Eu sabia
Que você um dia
Me procuraria
Em busca de paz
Muito remorso, muita saudade
Mas afinal o que é que lhe traz?
A mulher quando é moça e bonita
Nunca acredita poder tropeçar.
Quando os espelhos lhe dão conselhos
É que procuram em quem se agarrar
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Felicidade
Felicidade foi-se embora
e a saudade no meu peito
inda mora e é por isso que eu gosto
lá de fora, onde sei que a falsidade
não vigora.
e a saudade no meu peito
inda mora e é por isso que eu gosto
lá de fora, onde sei que a falsidade
não vigora.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Eu não te amo pra sempre...
Eu tenho medo do pra sempre. O pra sempre é o vilão que insiste em transformar relações que foram felizes em fracasso diante dos olhos alheios. Paro e penso quanto tempo dura o pra sempre. Onde fica esse lugar do qual a gente passa a vida toda falando, a vida toda sonhando. De fato, nunca conheci alguém que tivesse estado lá. O pra sempre tem cara de mentira consciente. A gente sabe que não sabe chegar lá. Tentamos inventar caminhos, usar o GPS, pedir informação. Mas ninguém sabe informar.
O pra sempre virou quase expressão automática, que nem o Graças a Deus. A gente fala muitas coisas que não achamos que sejam obra de Deus – não estávamos exatamente agradecendo, mas quando vimos saiu. O pra sempre é assim também. Vou te amar pra sempre. Quero você pra sempre. Sempre que pronuncio uma dessas frases, meu cérebro alerta para a besteira que acabei de dizer. Não seja ridícula, ele afirma. Pra sempre é uma coisa distante demais, longe demais. Porque eu nem sei se vou acordar amanhã. O quadro que enfeita meu quarto, e que só encaixou em cima da minha cama, pode despencar a noite e partir minha cabeça em duas. E comigo, vai-se o pra sempre. Ou eu posso acordar e receber uma ligação sua dizendo que não me ama mais. Que não sabe o que aconteceu. De repente, acha que meu beijo ficou molhado demais. Ou que a forma como falo e mexo no cabelo está te dando nos nervos. E aí vou chorar pitangas no canto, eu e o pra sempre.
E, por isso, tenho que dizer que não te amo pra sempre. Te amar pra sempre é pesado demais. É responsabilidade demais. Não sei se aguento o fardo, não sei se dou conta. Não gosto de meias promessas. Mas posso te oferecer o meu amor de hoje, assim como fiz com o amor de ontem. Todos os dias quando acordo, penso que sorte tenho de estar viva. Mais uma noite em que o quadro manteve seu posto de decoração, invés de se tornar um assassino. E penso também em você. E penso, como tenho pensado há algumas centenas de dias, que te amo. Poderia ser diferente. Poderia não amar mais. Mas te amo.
E acho que amor seja que nem um carro – precisa de combustível pra funcionar. Se você não abastece, ele te deixa na mão em meio à Marginal às 6 da tarde, enquanto você ia pra aquela reunião importante. E não adianta xingar os quatro cantos, achar que a vida é injusta, que nada dá certo pra você. Você não colocou combustível. Menosprezou as necessidades do carro, assim como menosprezamos as necessidades do amor. Amor precisa de alimento. Não ache que ele dura pra sempre se você não cuidar. Amar dá trabalho mesmo. É que nem cachorro. Dá um trabalho enorme, mas você automaticamente esquece dos xixis no sofá ou do tapete rasgado quando ele te olha nos olhos e te tasca uma lambida. Aí você tem certeza que valeu a pena.
A gente combinou que não mentiria para o outro. E eu não posso te dizer que vou te amar pra sempre. Estaria quebrando o contrato. E não quero te ouvir dizer que me quer pra sempre. Não gosto de identificar uma mentira em meio a todo o resto que considero verdadeiro. Quero sim ouvir eu-te-amo. Muitos deles.
Mas preciso ter a certeza que cada vez que um eu-te-amo sai da sua boca foi porque, naquele exato momento, você está me amando muito. Porque cada eu-te-amo que solto, vem naqueles momentos em que o amor é tão grande, que não cabe dentro de mim. Não cabe também dentro dos beijos. Nem dos carinhos no seu cabelo. Nem daquela pegada no seu pau. E aí ele pula pra fora, verdadeiro e explosivo.
E, nesses momentos em que te amo demais, me dá uma vontade imensa de dizer que te amo pra sempre. Que vou amar pra sempre aquela conchinha gostosa. Que vou amar pra sempre o jeito como você me pega com força e me abraça com seus braços grandes. Que vou amar pra sempre seus conselhos que sempre se provaram coerentes. Que vou amar pra sempre quando você percebe que eu estou sem sono e faz aquele carinho infalível na minha nuca, pra eu pegar no sono com você. Mas me seguro, porque não quero mentir pra mim e nem pra você. Não consigo imaginar o dia em que não mais amarei cada pedacinho seu. Mas a experiência me provou que dessa vida, nada sei.
Hoje eu vibro com cada uma dessas coisas que me fazem te amar. E sei que te amo porque você tem a capacidade de fazer cada célula do meu corpo vibrar como ninguém mais conseguiu. Mas não posso te dar o que não possuo – o meu amor futuro. E talvez a incerteza do sentimento – do meu e do seu – seja justamente o combustível do meu amor. Sei que amo hoje. E sei que você não me pertence. Sei que estamos juntos nessa trajetória emocionante da vida porque assim queremos. E que assim seja enquanto as mãos dadas nos fizerem felizes.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
14 respostas a dilemas de beleza
01. Por que alguns perfumes duram mais do que os outros?
Fragrâncias são complexas misturas de químicas naturais e sintéticas diluídas em álcool (etanol, especificamente). Esse álcool é o primeiro a evaporar - por isso você deve esperar um pouco antes de cheirar a sua pele. Uma vez que o álcool vai embora, as notas - conhecidas como de cabeça, de coração e de fundo - se desenvolvem. As notas de topo (cabeça) são fugazes; você as cheira e então elas desaparecem em alguns minutos. As notas do meio (coração) criam o corpo da fragrância. As notas de fundo são as âncoras: são mais pesadas e ficam por mais tempo. Então, se o seu perfume deixa você cheirosa por horas, ele provavelmente tem mais notas de base (fundo) no mix.
02. Qual é a diferença entre antistranspirante e desodorante?
O antitranspirante, como o nome já diz, interfere na produção de suor e faz com que você transpire menos. Já o desodorante simplesmente disfarça o odor. No fim das contas, os dois produtos tentam fazer a mesma coisa - previnir o cheiro ruim - e qual deles você vai escolher depende apenas de sua preferência. Se não sua muito, fique com o desodorante. A maioria contém um ingrediente ativo que bloqueia o crescimento da bactéria que causa o cecê. Caso contrário, opte pelo antitranspirante, que contém sais de zinco responsáveis por bloquear as glândulas de suor. A melhor solução é usar um produto que seja tanto antitranspirante quanto desodorante - assim resolve os dois problemas e consegue a melhor proteção possível.
03. Há alguma vantagem em usar xampu infantil?
A maioria dos xampus comuns contém lauril sulfato de sódio (LSS), composto que resseca o couro cabeludo. Produtos desenvolvidos para crianças são uma alternativa inteligente se você tem predisposição ao ressecamento, pois eles contêm ingredientes mais suaves do que o LSS - no caso, os surfactantes anfotéricos. Porém, se você usa muitos produtos finalizadores (creme para pentear, spray de brilho, sérum para pontas...), provavelmente sentirá que a lavagem com o produto infantil não será tão eficaz quanto a feita com um xampu contendo LSS na fórmula - e terá de repetir o processo durante o banho para que sinta os fios de fato limpos. Nenhum sacrifício para quem sofre com o couro cabeludo seco, não é? Escolha de WH: Johnson's Baby Shampoo, R$ 5,49, tel. 0800 7036363.
04. É possível recuperar os fios sem encarar a tesoura?
Sim, basta montar um arsenal de produtos específicos para o dano do cabelo. "Seus aliados nessa batalha: xampu de limpeza suave, condicionador, máscara (aumenta a capacidade do fio em reter umidade) e leave-in com proteção térmica", sugere o hairstylist Renato Fuzz, embaixador das divisões Wella Care & Wella Styling, de São Paulo. Importante: ter uma vida saudável, dormir bem e beber bastante água são hábitos que ajudam a manter suas madeixas longe dos danos.
05. Xampu sem sal existe?
Segundo a médica Maria Fernanda Reis Gavazzoni, dermatologista do Pantene Institute, todo xampu contém sal. A explicação: o cloreto de sódio (um sal) é uma substância naturalmente formada dentro do frasco desse tipo de produto devido à reação entre os componentes da fórmula. E não há nada de mal nisso! Portanto, podemos afirmar que xampu sem sal não existe. "O que há no mercado são produtos nos quais o sal não é adicionado como agente espessante [para dar consistência ao produto]", explica. Resumindo: não se deixe seduzir por produtos com esse apelo.
06. Como se livrar de manchas no rosto em casa?
O melasma é uma doença crônica provocada pela produção de melanina em excesso. "As principais causas para o aparecimento são gravidez, uso de pílulas anticoncepcionais, alterações na tireoide, reposição hormonal e o uso de cosméticos que ativam a melanina", diz a dermatologista Andréa Serra, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, do Rio de Janeiro. É considerado um problema de difícil resolução, pois, mesmo usando filtro solar, os raios UV que atingem a pele reativam as manchas. "Dizemos que é possível controlar as manchas, mas não eliminar 100% delas." Ritual obrigatório para quem deseja uma pele uniforme mas não quer se submeter a tratamentos no consultório: usar cremes noturnos clareadores que contenham hidroquinona ou os ácidos kójico, azelaico, retinoico ou glicólico. Uma opção é o Sérum Clareador D.Blanc, Dermatus, R$ 82, tel. 21 2522 0895.
07. O sol da manhã ou do final da tarde de fato não faz mal à pele?
Para nossa infelicidade, em nenhuma hora do dia a exposição aos raios solares pode ser considerada segura para a pele. Nem mesmo o início da manhã. "O sol entre as 5 e as 10 horas emite muita radiação UVA, que causa envelhecimento e tem relação com o melanoma maligno, um tipo de câncer", diz a dermatologista Claudia Magalhães, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, de Recife. "Já entre as 10 e as 15 horas, o problema é outro: os raios UVB causam queimaduras, manchas e também câncer de pele", completa. A solução: se proteger sob o guarda-sol e usar protetor solar - inclusive em dias nublados.
08. Cremes para a área dos olhos realmente diminuem rugas e bolsas?
Sim e não. Esses cremes são basicamente hidratantes com fórmulas modificadas para serem usadas na área dos olhos sem causar irritação. Embora eles não operem milagres, a maioria tem ingredientes que oferecem benefícios temporários. Ou seja, suavizam linhas de expressão e diminuem o inchaço enquanto você os usa com regularidade. É bom saber que os efeitos variam de pessoa para pessoa e os resultados podem não ser tão evidentes quanto você gostaria. Lançamento: Active Genes 30+ Olhos, O Boticário, R$ 41, tel. 0800 413011.
09. Há alguma razão para não podermos usar o mesmo creme hidratante no rosto e nas mãos?
Você precisa de diferentes produtos para atender às necessidades de cada parte do seu corpo. A pele do rosto tende a ser fina e pode ter rugas e acne, enquanto a das mãos é mais grossa e resseca facilmente (principalmente por lavá-las com sabonete várias vezes ao dia). Por isso, o seu hidratante facial deve ser leve e não comedogênico (não fecha os poros) e conter agentes para deixar a pele mais firme e jovem. Já a loção para as mãos pode ter uma consistência mais pesada. Assim ela agirá como uma barreira que garante a umidade natural e evita o ressecamento.
10. Por que os pelos encravam?
A foliculite - nome técnico para o problema - pode aparecer em qualquer parte da pele em que haja pelos. "Quando o fio não consegue romper a pele, ele cresce sob ela, causando uma inflamação no folículo piloso [local do nascimento dos pelos]", explica a especialista em estética facial e corporal Blanch Marie, dona do instituto que leva seu nome, em São Paulo. Resultado: pequenas bolinhas avermelhadas, que podem causar dor, coceira e até acúmulo de pus. Para evitar o incômodo, use loções indicadas para o pré eo pós-depilação, não tome sol nas 24 horas seguintes à retirada dos pelos, não use roupas apertadas e esfolie o corpo uma vez por semana.
11. Existe depilação definitiva e sem dor?
A tecnologia capaz de oferecer incômodo mínimo para deixar sua pele lisinha é o laser de diodo contínuo. "Por ser contínuo - e não pulsado, como a maioria dos lasers usados no país -, ele permite um procedimento praticamente indolor", afirma a dermatologista Jucirema Perrony, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, de São Paulo. Mais um ponto positivo: ele pode ser aplicado em todos os tipos de pele, inclusive bronzeadas. Em geral, são necessárias de três a cinco sessões, com intervalo de 30 dias entre elas.
12. É possível se viciar em algum tipo de cosmético?
Você pode, sim, fazer com que seu corpo dependa de um dos itens do seu nécessaire: o hidratante labial. Segundo os cientistas e autores do livro Can You Get Hooked on Lip Balm (inédito no Brasil), acontece o seguinte: quando seus lábios começam a ressecar, eles mandam um sinal à camada mais profunda da pele (chamada camada basal) para produzir novas células. Ao usar o lip balm, você retarda esse processo, pois o produto cria uma barreira que impede a evaporação de umidade - fazendo com que a camada basal não receba a mensagem. No mundo ideal, quando o produto fosse embora dos seus lábios e eles se sentissem secos novamente, sua camada basal passaria a trabalhar nas células reparativas. Mas você não deixa que isso aconteça quando passa mais uma vez o protetor labial. Nesse momento, a camada basal recebe o recado "Ei, está tudo bem aqui na superfície; não precisamos de nenhuma célula nova". E o ciclo viciante se completa.
13. Qual a diferença entre protetores químicos e físicos?
Filtros físicos formam uma barreira de proteção que reflete a radiação solar (como por exemplo, as fórmulas com dióxido de titânio e óxido de zinco). Já os filtros químicos atuam por absorção da radiação: são ativos funcionais, sintetizados em laboratório, que formam um filme sobre a pele e absorvem a radiação - que é liberada por dispersão para o meio, em forma de calor. "Tal processo torna os filtros químicos menos estáveis e com maior potencial de causar alergia", diz Paschoal Rossetti Filho, especialista em cosmetologia e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Mezzo de Cosmetologia e Estética.
14. O secador de esmalte com lâmpada UV pode trazer danos para a pele?
Eles produzem o mesmo tipo de luz que causa o fotoenvelhecimento e o câncer de pele. Felizmente, o perigo parece ser bem leve, pois as lâmpadas de secagem de esmalte têm um baixo poder - cerca de 10 watts. Em comparação, uma cama de bronzeamento artificial chega a até 2 400 watts. Por isso, suas mãos não estão em grande perigo. Se ainda estiver preocupada, passe um pouco de protetor solar antes de usar o secador.
Fragrâncias são complexas misturas de químicas naturais e sintéticas diluídas em álcool (etanol, especificamente). Esse álcool é o primeiro a evaporar - por isso você deve esperar um pouco antes de cheirar a sua pele. Uma vez que o álcool vai embora, as notas - conhecidas como de cabeça, de coração e de fundo - se desenvolvem. As notas de topo (cabeça) são fugazes; você as cheira e então elas desaparecem em alguns minutos. As notas do meio (coração) criam o corpo da fragrância. As notas de fundo são as âncoras: são mais pesadas e ficam por mais tempo. Então, se o seu perfume deixa você cheirosa por horas, ele provavelmente tem mais notas de base (fundo) no mix.
02. Qual é a diferença entre antistranspirante e desodorante?
O antitranspirante, como o nome já diz, interfere na produção de suor e faz com que você transpire menos. Já o desodorante simplesmente disfarça o odor. No fim das contas, os dois produtos tentam fazer a mesma coisa - previnir o cheiro ruim - e qual deles você vai escolher depende apenas de sua preferência. Se não sua muito, fique com o desodorante. A maioria contém um ingrediente ativo que bloqueia o crescimento da bactéria que causa o cecê. Caso contrário, opte pelo antitranspirante, que contém sais de zinco responsáveis por bloquear as glândulas de suor. A melhor solução é usar um produto que seja tanto antitranspirante quanto desodorante - assim resolve os dois problemas e consegue a melhor proteção possível.
03. Há alguma vantagem em usar xampu infantil?
A maioria dos xampus comuns contém lauril sulfato de sódio (LSS), composto que resseca o couro cabeludo. Produtos desenvolvidos para crianças são uma alternativa inteligente se você tem predisposição ao ressecamento, pois eles contêm ingredientes mais suaves do que o LSS - no caso, os surfactantes anfotéricos. Porém, se você usa muitos produtos finalizadores (creme para pentear, spray de brilho, sérum para pontas...), provavelmente sentirá que a lavagem com o produto infantil não será tão eficaz quanto a feita com um xampu contendo LSS na fórmula - e terá de repetir o processo durante o banho para que sinta os fios de fato limpos. Nenhum sacrifício para quem sofre com o couro cabeludo seco, não é? Escolha de WH: Johnson's Baby Shampoo, R$ 5,49, tel. 0800 7036363.
04. É possível recuperar os fios sem encarar a tesoura?
Sim, basta montar um arsenal de produtos específicos para o dano do cabelo. "Seus aliados nessa batalha: xampu de limpeza suave, condicionador, máscara (aumenta a capacidade do fio em reter umidade) e leave-in com proteção térmica", sugere o hairstylist Renato Fuzz, embaixador das divisões Wella Care & Wella Styling, de São Paulo. Importante: ter uma vida saudável, dormir bem e beber bastante água são hábitos que ajudam a manter suas madeixas longe dos danos.
05. Xampu sem sal existe?
Segundo a médica Maria Fernanda Reis Gavazzoni, dermatologista do Pantene Institute, todo xampu contém sal. A explicação: o cloreto de sódio (um sal) é uma substância naturalmente formada dentro do frasco desse tipo de produto devido à reação entre os componentes da fórmula. E não há nada de mal nisso! Portanto, podemos afirmar que xampu sem sal não existe. "O que há no mercado são produtos nos quais o sal não é adicionado como agente espessante [para dar consistência ao produto]", explica. Resumindo: não se deixe seduzir por produtos com esse apelo.
06. Como se livrar de manchas no rosto em casa?
O melasma é uma doença crônica provocada pela produção de melanina em excesso. "As principais causas para o aparecimento são gravidez, uso de pílulas anticoncepcionais, alterações na tireoide, reposição hormonal e o uso de cosméticos que ativam a melanina", diz a dermatologista Andréa Serra, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia, do Rio de Janeiro. É considerado um problema de difícil resolução, pois, mesmo usando filtro solar, os raios UV que atingem a pele reativam as manchas. "Dizemos que é possível controlar as manchas, mas não eliminar 100% delas." Ritual obrigatório para quem deseja uma pele uniforme mas não quer se submeter a tratamentos no consultório: usar cremes noturnos clareadores que contenham hidroquinona ou os ácidos kójico, azelaico, retinoico ou glicólico. Uma opção é o Sérum Clareador D.Blanc, Dermatus, R$ 82, tel. 21 2522 0895.
07. O sol da manhã ou do final da tarde de fato não faz mal à pele?
Para nossa infelicidade, em nenhuma hora do dia a exposição aos raios solares pode ser considerada segura para a pele. Nem mesmo o início da manhã. "O sol entre as 5 e as 10 horas emite muita radiação UVA, que causa envelhecimento e tem relação com o melanoma maligno, um tipo de câncer", diz a dermatologista Claudia Magalhães, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, de Recife. "Já entre as 10 e as 15 horas, o problema é outro: os raios UVB causam queimaduras, manchas e também câncer de pele", completa. A solução: se proteger sob o guarda-sol e usar protetor solar - inclusive em dias nublados.
08. Cremes para a área dos olhos realmente diminuem rugas e bolsas?
Sim e não. Esses cremes são basicamente hidratantes com fórmulas modificadas para serem usadas na área dos olhos sem causar irritação. Embora eles não operem milagres, a maioria tem ingredientes que oferecem benefícios temporários. Ou seja, suavizam linhas de expressão e diminuem o inchaço enquanto você os usa com regularidade. É bom saber que os efeitos variam de pessoa para pessoa e os resultados podem não ser tão evidentes quanto você gostaria. Lançamento: Active Genes 30+ Olhos, O Boticário, R$ 41, tel. 0800 413011.
09. Há alguma razão para não podermos usar o mesmo creme hidratante no rosto e nas mãos?
Você precisa de diferentes produtos para atender às necessidades de cada parte do seu corpo. A pele do rosto tende a ser fina e pode ter rugas e acne, enquanto a das mãos é mais grossa e resseca facilmente (principalmente por lavá-las com sabonete várias vezes ao dia). Por isso, o seu hidratante facial deve ser leve e não comedogênico (não fecha os poros) e conter agentes para deixar a pele mais firme e jovem. Já a loção para as mãos pode ter uma consistência mais pesada. Assim ela agirá como uma barreira que garante a umidade natural e evita o ressecamento.
10. Por que os pelos encravam?
A foliculite - nome técnico para o problema - pode aparecer em qualquer parte da pele em que haja pelos. "Quando o fio não consegue romper a pele, ele cresce sob ela, causando uma inflamação no folículo piloso [local do nascimento dos pelos]", explica a especialista em estética facial e corporal Blanch Marie, dona do instituto que leva seu nome, em São Paulo. Resultado: pequenas bolinhas avermelhadas, que podem causar dor, coceira e até acúmulo de pus. Para evitar o incômodo, use loções indicadas para o pré eo pós-depilação, não tome sol nas 24 horas seguintes à retirada dos pelos, não use roupas apertadas e esfolie o corpo uma vez por semana.
11. Existe depilação definitiva e sem dor?
A tecnologia capaz de oferecer incômodo mínimo para deixar sua pele lisinha é o laser de diodo contínuo. "Por ser contínuo - e não pulsado, como a maioria dos lasers usados no país -, ele permite um procedimento praticamente indolor", afirma a dermatologista Jucirema Perrony, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, de São Paulo. Mais um ponto positivo: ele pode ser aplicado em todos os tipos de pele, inclusive bronzeadas. Em geral, são necessárias de três a cinco sessões, com intervalo de 30 dias entre elas.
12. É possível se viciar em algum tipo de cosmético?
Você pode, sim, fazer com que seu corpo dependa de um dos itens do seu nécessaire: o hidratante labial. Segundo os cientistas e autores do livro Can You Get Hooked on Lip Balm (inédito no Brasil), acontece o seguinte: quando seus lábios começam a ressecar, eles mandam um sinal à camada mais profunda da pele (chamada camada basal) para produzir novas células. Ao usar o lip balm, você retarda esse processo, pois o produto cria uma barreira que impede a evaporação de umidade - fazendo com que a camada basal não receba a mensagem. No mundo ideal, quando o produto fosse embora dos seus lábios e eles se sentissem secos novamente, sua camada basal passaria a trabalhar nas células reparativas. Mas você não deixa que isso aconteça quando passa mais uma vez o protetor labial. Nesse momento, a camada basal recebe o recado "Ei, está tudo bem aqui na superfície; não precisamos de nenhuma célula nova". E o ciclo viciante se completa.
13. Qual a diferença entre protetores químicos e físicos?
Filtros físicos formam uma barreira de proteção que reflete a radiação solar (como por exemplo, as fórmulas com dióxido de titânio e óxido de zinco). Já os filtros químicos atuam por absorção da radiação: são ativos funcionais, sintetizados em laboratório, que formam um filme sobre a pele e absorvem a radiação - que é liberada por dispersão para o meio, em forma de calor. "Tal processo torna os filtros químicos menos estáveis e com maior potencial de causar alergia", diz Paschoal Rossetti Filho, especialista em cosmetologia e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Instituto Mezzo de Cosmetologia e Estética.
14. O secador de esmalte com lâmpada UV pode trazer danos para a pele?
Eles produzem o mesmo tipo de luz que causa o fotoenvelhecimento e o câncer de pele. Felizmente, o perigo parece ser bem leve, pois as lâmpadas de secagem de esmalte têm um baixo poder - cerca de 10 watts. Em comparação, uma cama de bronzeamento artificial chega a até 2 400 watts. Por isso, suas mãos não estão em grande perigo. Se ainda estiver preocupada, passe um pouco de protetor solar antes de usar o secador.
Feliz, sim; perfeita, não.
Ninguém é perfeita. A gente vive escutando e vira e mexe repete esse
clichê, mas levá-lo a sério na própria vida é que são elas.
Principalmente para nós, mulheres. É só reparar: estamos sempre em busca
de perder 2 ou 3 quilinhos, por mais em cima que o corpo esteja. Se o
cabelo é liso, dá-lhe baby liss para ganhar ondas; se é ondulado, a
saída é apelar para a escova. Tudo por uma imagem melhor - porque parece
que a nossa nunca está boa o suficiente. E a regra não vale só para a
beleza. No trabalho, com a família, os amigos e no amor, a gente se
desdobra para não falhar jamais. O que tem de ruim nisso, afinal? O que
está por trás de tanta autoexigência: o medo de ser menos admirada e
amada se cometer algum deslize. Cansativo, não? E perigoso: o preço de
pegar pesado assim consigo mesma quase sempre é acabar boicotando a
própria felicidade.
De acordo com a psicóloga, quem exercita a autocompaixão tem menos risco de cair na armadilha de se julgar sempre de maneira negativa diante dos insucessos. Quem se cobra além da conta tem a tendência de encarar decisões aparentemente simples como cascas de banana jogadas no caminho, prontas para derrubá-la. Assim, diante de uma nova oportunidade de trabalho, está lá o diabinho soprando no ouvido: "Melhor fazer antes um MBA para se preparar". O que a leva a ficar no mesmo lugar a fim de evitar o risco de não dar conta do desafio. Sair com aquele homem lindo? "Não antes de fazer uma dieta relâmpago para zerar a barriga", ordena a voz.
Você também merece
A psicóloga Kristin Neff atribui à sociedade competitiva de hoje a necessidade de perfeição. "Nela, não basta você se gostar pelo que é; é preciso ser melhor do que as outras pessoas. Isso estimula a epidemia de narcisismo que vivemos, o que resulta em insatisfação permanente." Na busca ansiosa pela autoestima, é fácil apontar o dedo para si mesma se algo não sai como esperado. Resultado: culpa, frustração, tristeza. É exatamente diante dos imprevistos da vida que vale a pena praticar a autocompaixão, que nos ampara e mostra que não há nada de errado em apenas ser humana e... falhar. Quando uma amiga vem chorar no seu ombro porque se deu mal nos testes para uma multinacional, qual é a sua reação? Fala que o inglês dela estava ruim mesmo e faltou se preparar? Ou tenta levantar a moral da amiga dizendo que novas oportunidades virão? A maioria escolhe a segunda opção e, generosamente, faz o que pode para aliviar a angústia de quem a gente gosta. Isso é compaixão, que acende a esperança de ir em frente apesar dos altos e baixos. Por que, então, não usar a mesma boa intenção com você mesma?
Pegue mais leve
Se o céu é o limite das suas expectativas, adote as ideias seguintes para diminuir a ansiedade e aumentar o prazer de ser quem você é.
• Desencane de ser a número 1 em tudo. Trate-se com compreensão nos momentos em que se sentir por baixo e busque a lição escondida em cada fracasso. Rir dos próprios erros é outra atitude inteligente e que alivia a tensão.
• Perfeito mesmo é o corpo da Deborah Secco, o cabelo da Gisele, o namorado megacarinhoso da sua amiga? Nada disso. Pare de comparar seus "defeitos" com as qualidades alheias (e de se sentir inferior por isso) e aprenda a curtir os presentes que a vida lhe dá.
• Explore suas individualidades. Afinal, o melhor da sua identidade se revela por meio de traços (físicos e de personalidade) que muitas vezes você tenta esconder.
• Aceite que a vida alterna fases de crise e de realização. E que há coisas que você vai conquistar, mas outras talvez não. Isso ajuda a dar a volta por cima e não desanimar nos períodos difíceis.
• Exercite a compaixão em todas as áreas da vida. Ela conecta (em vez de isolar) você com as pessoas e contribui para torná-la menos implacável com as suas falhas e as dos outros.
Mais compaixão, por favor
É nisso que acredita a psicóloga americana Kristin Neff, professora da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. Ela é pioneira no estudo de um novo campo da psicologia, a autocompaixão, e autora do livro Self-Compassion: Stop Beating Yourself Up and Leave Insecurity Behind (ou Autocompaixão: pare de se maltratar e deixe a insegurança para trás, ainda sem tradução em português). O conceito nada mais é do que aceitar o que a gente é, com as fraquezas e imperfeições que moram em cada uma de nós, e se tratar bem apesar delas. Em entrevista à BOA FORMA, Kristin explica: "A mulher que almeja a perfeição dificilmente aceita ficar na média, o que a impede de fazer uma boa avaliação de si mesma. Como tem medo de falhar, ela abre mão dos seus planos para não correr o risco de se sentir fracassada".De acordo com a psicóloga, quem exercita a autocompaixão tem menos risco de cair na armadilha de se julgar sempre de maneira negativa diante dos insucessos. Quem se cobra além da conta tem a tendência de encarar decisões aparentemente simples como cascas de banana jogadas no caminho, prontas para derrubá-la. Assim, diante de uma nova oportunidade de trabalho, está lá o diabinho soprando no ouvido: "Melhor fazer antes um MBA para se preparar". O que a leva a ficar no mesmo lugar a fim de evitar o risco de não dar conta do desafio. Sair com aquele homem lindo? "Não antes de fazer uma dieta relâmpago para zerar a barriga", ordena a voz.
A felicidade ao seu alcance
É claro que querer dar o melhor de si é positivo, pois impulsiona você em direção às suas metas e aumenta as chances de conquistá-las. Mas aceitar apenas o máximo da vida vira armadilha quando, na ânsia de alcançar a perfeição e não dar brecha para críticas, paralisa a ação e torna os sonhos inatingíveis. Em outras palavras, o perfeccionismo, tão valorizado por algumas pessoas e em alguns ambientes, atravanca a vida. Se fosse só esse o prejuízo, já seria péssimo. Mas estudos mostram que sentimentos ruins detonados por autocrítica e cobrança demais ativam partes do cérebro responsáveis pelo pensamento racional e pela sensação de fracasso. Isso pode levar à atelofobia, desordem psíquica caracterizada pelo medo da imperfeição e que, de tão comum, foi até batizada pelos médicos. Quando você se impõe padrões altíssimos de excelência e não se permite errar, é como se esticasse uma mola além dos limites da sua resistência Até que ela arrebenta. "Esse comportamento gera ansiedade e depressão", observa o psicoterapeuta Marco Antonio De Tommaso, consultor da BOA FORMA. "Ninguém é bom em tudo sempre. Muitas vezes, a busca pela perfeição é uma maneira de compensar sentimentos de inferioridade. Com medo de falhar, o perigo é desistir de arriscar novas conquistas e entrar na inércia." Para ele, um erro bem conduzido não é fracasso. Ao contrário, pode ser ponto de partida para o sucesso.Você também merece
A psicóloga Kristin Neff atribui à sociedade competitiva de hoje a necessidade de perfeição. "Nela, não basta você se gostar pelo que é; é preciso ser melhor do que as outras pessoas. Isso estimula a epidemia de narcisismo que vivemos, o que resulta em insatisfação permanente." Na busca ansiosa pela autoestima, é fácil apontar o dedo para si mesma se algo não sai como esperado. Resultado: culpa, frustração, tristeza. É exatamente diante dos imprevistos da vida que vale a pena praticar a autocompaixão, que nos ampara e mostra que não há nada de errado em apenas ser humana e... falhar. Quando uma amiga vem chorar no seu ombro porque se deu mal nos testes para uma multinacional, qual é a sua reação? Fala que o inglês dela estava ruim mesmo e faltou se preparar? Ou tenta levantar a moral da amiga dizendo que novas oportunidades virão? A maioria escolhe a segunda opção e, generosamente, faz o que pode para aliviar a angústia de quem a gente gosta. Isso é compaixão, que acende a esperança de ir em frente apesar dos altos e baixos. Por que, então, não usar a mesma boa intenção com você mesma?
Pegue mais leve
Se o céu é o limite das suas expectativas, adote as ideias seguintes para diminuir a ansiedade e aumentar o prazer de ser quem você é.
• Desencane de ser a número 1 em tudo. Trate-se com compreensão nos momentos em que se sentir por baixo e busque a lição escondida em cada fracasso. Rir dos próprios erros é outra atitude inteligente e que alivia a tensão.
• Perfeito mesmo é o corpo da Deborah Secco, o cabelo da Gisele, o namorado megacarinhoso da sua amiga? Nada disso. Pare de comparar seus "defeitos" com as qualidades alheias (e de se sentir inferior por isso) e aprenda a curtir os presentes que a vida lhe dá.
• Explore suas individualidades. Afinal, o melhor da sua identidade se revela por meio de traços (físicos e de personalidade) que muitas vezes você tenta esconder.
• Aceite que a vida alterna fases de crise e de realização. E que há coisas que você vai conquistar, mas outras talvez não. Isso ajuda a dar a volta por cima e não desanimar nos períodos difíceis.
• Exercite a compaixão em todas as áreas da vida. Ela conecta (em vez de isolar) você com as pessoas e contribui para torná-la menos implacável com as suas falhas e as dos outros.
Será que existe a receita da felicidade?
Cada um tem sua fórmula pessoal para ser feliz, mas,
depois de conversar com centenas de voluntários, pesquisadores
norte-americanos das universidades de Michigan e Pensilvânia apontaram
pontos em comum na atitude de quem se diz realizado. Inspire-se e copie.
Entregue-se em tudo
A sensação de estar inteira e dando o seu melhor nas coisas que se compromete a fazer é gratificante por si só, independentemente do resultado alcançado, e coloca você em contato consigo mesma. "Além disso, deixar-se absorver pelas atividades realizadas é um modo de tirar o pensamento das emoções negativas", fala a psicanalista Dorli Kamkhagi, do Instituto de Psiquiatria da USP.
Tire o foco da dor
"Quando você procura ver o lado positivo e obter prazer e aprendizado do que acontece ao seu redor, as frustrações e os imprevistos perdem importância", diz a psicanalista.
Faça o bem
Além de exercitar o altruísmo, alimenta o autoconhecimento e a descoberta de virtudes em você mesma. "Ao olhar as necessidades do outro com sensibilidade, ampliamos nossa visão de mundo e crescemos", comenta Dorli.
Entregue-se em tudo
A sensação de estar inteira e dando o seu melhor nas coisas que se compromete a fazer é gratificante por si só, independentemente do resultado alcançado, e coloca você em contato consigo mesma. "Além disso, deixar-se absorver pelas atividades realizadas é um modo de tirar o pensamento das emoções negativas", fala a psicanalista Dorli Kamkhagi, do Instituto de Psiquiatria da USP.
Tire o foco da dor
"Quando você procura ver o lado positivo e obter prazer e aprendizado do que acontece ao seu redor, as frustrações e os imprevistos perdem importância", diz a psicanalista.
Faça o bem
Além de exercitar o altruísmo, alimenta o autoconhecimento e a descoberta de virtudes em você mesma. "Ao olhar as necessidades do outro com sensibilidade, ampliamos nossa visão de mundo e crescemos", comenta Dorli.
O lado bom das coisas ruins.
Quando alguma coisa dá errado, é fácil se desesperar e perder a esperança
de que tudo vai ficar bem. Mas acredite: apesar do sofrimento que
causam, as situações difíceis que você atravessa - uma doença, a morte
de alguém querido ou a demissão do trabalho - servem para transformá-la
em uma pessoa mais forte, capaz de enfrentar novas
dificuldades e consciente da importância de ter uma rede de pessoas
queridas por perto, como mostrou um estudo com voluntários publicado no
periódico americano Journal of Personality and Social Psychology. Sabe
aquele ditado: "O que não mata fortalece"? É a pura verdade.
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